sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Voyeurs
Foto by fÚtil, Set.09
Estou aqui mortinha de curiosidade e pior... sem saber o que pensar sobre um certo visitante do blogue. Assíduo desde o início. Não se limita a visitar. Espiolha quase diariamente tudo o que aqui está, mas não fez nunca um único comentário. Nada de anormal, dirão os experientes bloggers. Faz parte das regras do jogo virtual. Ok, ok, mas não me conformo, até porque quem quer que seja, está sediado em determinada zona da Alemanha. Já dei voltas à cabeça e ao SiteMeter para tentar descobrir a origem do dito. Debalde (como gosto desta palavra!), vãs tentativas. Não tenho familiares ou amigos nesse país, logo será alguém provavelmente português, emigrante quiçá, que das duas três: ou gosta muito das minhas fUtilidades, ou está a copiar as ideias dos meus trabalhos de décopatch. Fazer o quê? Tirar o verniz das unhas com os dentes? Continuar a farejar? Se alguém tiver sugestões manifeste-se. E o (a) ilustre desconhecido (a) também!!!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Os (meus) bancos
Acreditem que já perdi a conta ao número de bancos que recuperei com a bendita técnica décopatch e muita paciência. É que além da tara por caixas, não resisto a um banquinho. Seja encontrado na rua, comprado na 2ª mão, dado por alguém... whatever! Como não fotografava todos os antes, está aqui apenas um, que serve de modelo para todos os depois, escolhidos para esta "mostra". De notar a variedade de papéis, sendo que não representam nem um terço do que existe no armazém da fÚtil, à espera de candidatos. Também é relevante informar que tenho vários bancos em stock, esperando encomendas. Não se acanhem - dá para todos os gostos!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
A revisão dos mil...
Meus amigos, venho comunicar-vos que já tive 1.012 Visitas no meu blogue e ainda... 2.764 PageViews! Isto de acordo com os cálculos do SiteMeter, no qual confio totalmente. Não faço ideia se é muito ou pouco. Nada é que não é! Tendo em conta que as portas do blogue abriram dia 18 de Outubro de 2009, mas só a partir de Novembro é que o contador foi instalado, significa que só foram contabilizados 3 mesinhos. Para os mais curiosos (nos quais me incluo), aqui ficam os gráficos para comprovar o tráfego de fÚteis, oriundos dos 4 cantos do mundo. Muito agradecida pelas visitas e se não for pedir muito deixem os vossos comentários. Esses sim contam verdadeiramente!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Antes/Depois-I
Correspondendo a uma sábia sugestão da T. cujo blogue sigo antentamente há cerca de dois anos, sempre com muito prazer, mostro hoje um antes e um depois. Não o fiz mais cedo porque não tinha fotos dos objectos e das peças, antes de os transformar. Quer isto dizer que fui décopatchando sem intuito de dar visibilidade aos meus trabalhos, logo praticamente só tenho fotos dos depois como arquivo de recordações. Coisa de quem não tem muito tino comercial, tenho de reconhecer. Mas como nunca é tarde para aprender, aqui está um "mocho" acabadinho de fresco e já entregue. Tudo feito com preceito... desta vez!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
No combóio descendente
de Budapeste até Praga
iam duas grandes amigas
a rir por tudo e por nada...
Nesta viagem de cúmplices loucuras, algures perto de Bratislava e já sobre a hora de almoço, deparámo-nos com este encantador viajante (momentâneamente) solitário. Foi só o tempo de sacar da máquina e fazer clic! E trauteando o Combóio Descendente, José Afonso e Fernando Pessoa foram nossos companheiros de reinação, por entre gargalhadas - sem ser por nada!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Solidão
foto by fÚtil * Praha, março 09
Nestes dias de frio mais agreste do nosso inverno, lembro-me da imagem desta mulher que consegui captar, no decorrer de um passeio deslumbrante pela cidade misteriosa. Mais do que o frio, não será a solidão um frio maior? Tive a percepção que sim.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Separados à nascença...
Aqui há uns meses fui incumbida da tarefa de poupar a um triste destino estes dois tabuleiros de madeira que abrem e fecham as pernas (salvo seja!) e que em tempos áureos devem ter tido bastante uso, a avaliar pelo desgaste que apresentavam. Em boa hora, a minha freguesa resolveu mostrar-mos e juntas decidimos que valia a pena recuperá-los com a técnica "milagrosa" de décopatch. Cabe aqui dizer sem falsa modéstia, que esta freguesa se apaixonou pelos meus trabalhos, razão pela qual passou a ver com outros olhos, as velharias que herdou.Volta não volta aparece mais uma peça para renovar. Os tabuleiros gémeos, como lhes chamamos, deram-me que fazer... tanto o menino como a menina!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
2 em 1
Sem tirar nem por, este é um exemplo de objecto que define bem o conceito fÚtil. O verdadeiro dois em um! E perguntam vocês: que raio de coisa é esta?; outros ainda: e para que serve esta coisa? Tudo depende do gosto, está bem de ver.
Este carimbo indiano, de madeira, estava no meu caixote dos "tesouros-em banho-maria". Tem a particularidade da pega de ferro que permite a versão útil. A mesma que serve de apoio como objecto decorativo, numa versão fútil. Mas estas questões das futilidades têm muito que se lhe diga. Quem quiser pode já manifestar-se. Para mim foi uma bela experiência, pintar e décopatchar esta peça, qual monge trabalhando uma preciosa iluminura! Falta dizer que está à venda na mesma loja em Sintra, onde ficou o peixe, mostruário de bijuterias, que já foi post (ver 8 Dez. 09, Mercado da Ribeira). Ah, e sejam fÚteis, muuuito fÚteis!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Vintage I - Mesinha Pin Ups
Se há coisa que adoro é descobrir raridades, ou pelo menos pensar que o são! Básicamente guio-me pelo sentido estético e pelo instinto. Como em tudo, a prática é importante e agora já consigo escolher com algum critério as peças mais vintage. Esta mesinha tabuleiro foi amor à primeira vista! Pela cor que era vermelha e que mantive. Também pela versatilidade que as fotos ilustram. De resto tinha uns desenhos orientais de gosto duvidoso, em dourado, que irritantemente me atrairam. Podem não acreditar mas esta coisa foi objecto de estudo durante uns dias, até finalmente se fazer luz. Deixei ficar as pinturas manhosas que nalguns sítios já estavam esbatidas. Com paciência de chinês recortei e colei flores, doces e umas belas pin ups, em papel décopatch, tornando a tristonha paisagem num alegre pic-nic.
Moral desta história: nunca desdenhar de nada pois a tudo se pode dar um jeito!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Pains
Composição by fÚtil, recortes de jornal e acrílico sobre tela, 2009
Este pequeno formato (40x30) faz parte do meu acervo - até pareço a dona de uma galeria de arte a sério!
Nem a sério nem a fingir, é apenas meu por ser um tributo muito pessoal a Pina Baush. Com a notícia da sua morte surgiram catadupas de notícias e fotos. Admiradora que fui e sou, desta bailarina e acima de tudo coreógrafa da vida, guardei alguns recortes em preto e branco, que mais tarde serviram de base para a minha recriação dos seus movimentos e expressões. Como se usando o pincel e as cores, estivesse eu dançando com ela! Dei-lhe o nome que senti quando o acabei: Pains. Dores que as danças, como ciclos, nos atingem diante de um qualquer fim!
sábado, 23 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A arca da tigresa
Conhecida que já é a minha "panca" por caixas, caixinhas e caixotes, chegou a hora de mostrar a maior e por enquanto única, arca que décopatchei. De notar que toda a superfície foi coberta com pedacinhos de papel colados e envernizados! Esta caixa gigante faz conjunto com o toucador da Flor, que foi objecto de um post (Nov.09) e passou a chamar-se arca tigresa pelos motivos óbvios. Só vos digo que consegui encaixar lá dentro o meu 1,65 para ter a noção real da área interior da dita. Maluquices...
domingo, 10 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ponha aqui o seu pézinho...
Não, não é preciso ir à Ribeira Grande, como nos versos da modinha popular. A banqueta que hoje é notícia aqui no blogue está ao alcance de qualquer um - virtual, entenda-se!
Virtual ou não, ficou realmente catita depois de recuperada à minha maneira. Foi um trabalho que me entusiasmou tanto, mas tanto, que nem a parte de baixo escapou, como podem ver nas fotos...
Quanto à origem do objecto, devo confessar que é um tudo nada obscura pois que o encontrei no jardim perto de minha casa, encostado a uma das muitas árvores que já fotografei. Tinha um ar tão abandonado que me fez pena. Era noite, não estava ninguém nas redondezas a quem pudesse pertencer, logo passou a ser minha.
Sorte a dela. Esta banqueta já teve honras de revista e no apartamento onde actualmente cohabita com belíssimas peças de mobiliário, ninguém mais lhe põe os pés em cima!
domingo, 3 de janeiro de 2010
Manias, mas não só...
Na sequência do post anterior com a caixa/coração, apeteceu-me acrescentar mais umas à colecção aqui do blogue. A caixa de cima foi apanhada na rua, com a descontração habitual. Depois de pintada e décopatchada, ficou uma graça. Rapidamente encontrou quem se apaixonasse pela sua pega azul saloio! As outras duas, em estilos diferentes, mas ambas com um toque romântico, também já moram noutro lado e sabe-se lá o que guardam dentro...
E não é que tenho andado a pensar porque motivo nós mulheres temos a mania das caixas e caixinhas (também adoro caixotes!), ao ponto de, muitas vezes sem intuitos coleccionistas, acabarmos por ter mais caixas do que notas de cinco euros. E não é que encontrei talvez uma explicação? Constatem abaixo.
"Símbolo feminino, interpretado como uma representação do inconsciente e do corpo materno, a caixa sempre contém um segredo: encerra e separa do mundo aquilo que é precioso,frágil ou temível. Embora proteja, também pode sufocar. A caixa de Pandora tem permanecido como o símbolo de tudo aquilo que não se deve abrir. Essa caixa, no fundo da qual só a esperança permanece, é o inconsciente com todas as sua possibilidades inesperadas, excessivas, destrutivas ou positivas, mas sempre irracionais quando deixadas entregues a si mesmas. Em suma, quer seja a caixa ricamente ornamentada ou de uma simplicidade absoluta, ela só possui valor simbólico pelo seu conteúdo. E abrir uma caixa implica sempre um risco..."
(Jean Chevalier/Alain Cheerbrant, in Dicionário de Símbolos)
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
All you need is Love!
Não é a canção dos Beatles que prefiro, mas escolhi-a como título do primeiro post de 2010!
E porque tenho uma pancada por caixas e caixinhas, aqui fica a eleita de hoje. É peça única e já está tomada, o que a torna ainda mais apetecível...
Um coração décopatchado e pintado, mesmo bom para guardar coisas doces!
Um coração décopatchado e pintado, mesmo bom para guardar coisas doces!
domingo, 27 de dezembro de 2009
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